Novas mídias, novo jornalismo.

As novas mídias e os rumos do jornalismo

O jornalismo passa por  de mudanças devido ao surgimento de novas tecnologias e com essas novas tecnologias surgem formas de interação diferentes das habituais. Novos mitos surgem sobre o futuros do jornalismo. Novas possibilidades mde apuração da notícia, utilização de infográficos, textos, vídeos e fotos, o que tornam a reportagem mais interativa, colocando então maior interesse do público é o maior canal de distribuição da informação. As novas formas de interação possibilitam que as pessoas compartilhem as informações de forma viral, podendo todos saber das notícias em tempo real.A centralização e o privilégio de notícias dentro do jornalismo são cada dia mais difícil, já que a possibilidade de compartilhamento de informação segue na velocidade em que surge o acontecimento. cabe aos jornalistas explorarem as novas oportunidades como o news game.

Sempre que uma  nova tecnologia se agrega aos meios de comunicação, uma nova questão é abordada: qual o perfil do novo usuário, chamado de leitor, por alguns veículos, e de consumidor, por outros? Na abertura do tradicional rádio para o domínio da transmissão de imagens pela televisão, abordou-se a questão da produção de conteúdo em vídeo, e a dúvida sobre o futuro da “mídia antiga”.

Com o advento das novas mídias e a popularização da internet no final do século XX, questões semelhantes ficam em evidência. Qual o destino do processo de produção e da publicação de conteúdo? Qual o novo perfil do leitor/usuário dessas novas mídias? Como os fabricantes se adaptarão a esse novo perfil? Até que ponto a integração dos produtores de conteúdo com os fabricantes pode influenciar no produto final para o leitor?

Muitos veículos de comunicação se adaptaram rapidamente ao novo formato de jornalismo, incluindo os mais antigos, que até pouco tempo se limitavam ao modelo clássico, até os novos portais de informação, já criados em meio à “nova ordem”.

Dos clássicos que se adaptaram, podemos citar o exemplo do “New York Times”, do magnata Donald Trump, que depois de 4 anos com conteúdo aberto, na esperança de aumentar o número de acessos e valorizar o jornal com anunciantes, volta ao modelo de portal pago em 2011. A reviravolta de um dos jornais mais tradicionais do mundo ilustra o quadro geral do modelo de jornalismo atual: a adaptação do formato de publicação com foco no consumidor.
Descubra um um pouco mais sobre CyberCultura, você pratica e talvez nem saiba.

Por uma outra perspectiva, como exemplo dos novos veículos concebidos em meio às novas mídias, o “Brasil 24/7” é um modelo de portal voltado para visualização no iPad, com conteúdo opinativo, e uma equipe de profissionais antenados no novo modelo de comunicação. O “Brasil 24/7” é o primeiro jornal diário do Brasil desenvolvido para iPad e demais plataformas digitais, incluindo outros tablets e é um exemplo de atividade jornalística nas redes sociais e na utilização dos adventos das novas tecnologias substituindo o tradicional jornal impresso. Grande parte da população tem twitter, facebook, orkut ou msn, mas isso não os fazem ser jornalista é necessário apuração dos fatos e diploma na mão.

O site Sou BH,
tem como objetivo linkar as variadas formas de diversão da cidade de Belo Horizonte, com grande interatividade as redes Sociais e com uma linguagem jovial oferece informações da cidade de forma multimídia.

Mais opniões

José Marques de Melo

Encontro Mineiro de Professores de Jornalismo – EMPJ. 

Observatório da Imprensa

Alunos: Juliano Rodrigo, Etiene Martins,  e Paulo Stephanie Medeiros.

Reportagem Multimídia.

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As novas mídias e os rumos do jornalismo

O jornalismo passa por mudanças de formatos devido ao surgimento de novas tecnologias e com essas novas tecnologias surgem formas de interação diferentes das habituais. Possibilidades de maior detalhamento da notícia utilizando infográficos, textos, vídeos e fotos, tornam a reportagem mais interativa, colocando então maior interesse do público alvo a essa notícia. As novas formas de interação possibilitam que as pessoas compartilham as informações de forma viral, podendo todos saber das notícias em tempo real. A centralização e o privilégio de notícias dentro do jornalismo são cada dia mais difícil, já que a possibilidade de compartilhamento de informação segue na velocidade em que surge o acontecimento.

Sempre que uma nova tecnologia se agrega aos meios de comunicação, uma nova questão é abordada: qual o perfil do novo usuário, chamado de leitor, por alguns veículos, e de consumidor, por outros? Na abertura do tradicional rádio para o domínio da transmissão de imagens pela televisão, abordou-se a questão da produção de conteúdo em vídeo, e a dúvida sobre o futuro da “mídia antiga”.

Com o advento das novas mídias e a popularização da internet no final do século XX, questões semelhantes ficam em evidência. Qual o destino do processo de produção e da publicação de conteúdo? Qual o novo perfil do leitor/usuário dessas novas mídias? Como os fabricantes se adaptarão a esse novo perfil? Até que ponto a integração dos produtores de conteúdo com os fabricantes pode influenciar no produto final para o leitor?

Muitos veículos de comunicação se adaptaram rapidamente ao novo formato de jornalismo, incluindo os mais antigos, que até pouco tempo se limitavam ao modelo clássico, até os novos portais de informação, já criados em meio à “nova ordem”.

Dos clássicos que se adaptaram, podemos citar o exemplo do “New York Times”, do magnata Donald Trump, que depois de 4 anos com conteúdo aberto, na esperança de aumentar o número de acessos e valorizar o jornal com anunciantes, volta ao modelo de portal pago em 2011. A reviravolta de um dos jornais mais tradicionais do mundo ilustra o quadro geral do modelo de jornalismo atual: a adaptação do formato de publicação com foco no consumidor.

Por uma outra perspectiva, como exemplo dos novos veículos concebidos em meio às novas mídias, o “Brasil 24/7” é um modelo de portal voltado para visualização no iPad, com conteúdo opinativo, e uma equipe de profissionais antenados no novo modelo de comunicação. O “Brasil 24/7” é o primeiro jornal diário do Brasil desenvolvido para iPad e demais plataformas digitais, incluindo outros tablets e é um exemplo de atividade jornalística nas redes sociais e na utilização dos adventos das novas tecnologias substituindo o tradicional jornal impresso.

O site Sou BH, tem como objetivo linkar as variadas formas de diversão da cidade de Belo Horizonte, com grande interatividade as redes Sociais e com uma linguagem jovial oferece informações da cidade de forma multimídia.

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Jornalismo e convergência.

No ultimo dia do 4º Seminário de Jornalismo Online, Mediaon 2010, foi para discutir sobre mídias integradas. Os executivos dos principais jornais paulistas discutiram como é feita a convergência e mostraram como é importante união das mídias impressa e online. Hoje este cada vez mais intenso a procura de profissionais que saibam sobre impresso, rádio, TV e internet, tanto nas redações dos jornais quanto em empresas que divulgam suas notas em jornais internos. Esta procura esta ai, porque é chamada de jornalismo e convergência. Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha de S.Paulo, e Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, debateram o tema numa mesa mediada por Leão Serva, diretor de redação do Diário de São Paulo.
Gandour começou distinguindo as fases do jornalismo online, desde o período do reaproveitamento até a convergência. “Ele explica que na adaptação, existe uma equipe especializada e o que era antes impresso em papel, vai agora ser adaptado para a Web.” As pautas têm que ser pensadas independentes, de forma multiplataforma, dede o inicio da produção, o jornalista tem que pensar em texto, foto e arte. E todos fazem parte do processo jornalístico, e por isso, devemos usar todas as ferramentas.”
Pensando na convergência o Centro Universitário UNA, tem preparado seus alunos para atuarem neste mercado, onde cada vez mais precisa de profissionais multiplataforma. A Una é o único no país a oferecer este tipo de aprendizagem “o jornalismo Online”.
Gandour conta que a integração foi feita no Grupo Estado em 2007, todos os profissionais foram colocados em um grande salão onde facilitou a aproximação dos membros da web com os profissionais dos cadernos. “Hoje o grupo Estado já processa a notícia e se ela for instantânea, ela sai em todas as plataformas.” “Na internet, economia e negócios, política e tecnologia são os assuntos mais demandados.”
Gandour conta ainda que acredita que os resgatou a leitura com calma e que o valor pago R$1,99 tem valor uma vez àquilo que o jornal impresso entendeu não é relevante. “O meio, quando se estabiliza, sai de cena e o conteúdo ganha força.”
O editor-executivo da Folha de S.Paulo, Sérgio Dávila, começou sua fala lembrando-se do comportamento da mídia estadunidense. “Alguns jornais abriram todo seu conteúdo online, enquanto outros cobravam por tudo. Mas também houve aqueles que estavam repensando se era o caso de se cobrar ou não pelo conteúdo online, principalmente sobre como fazer essa integração entre duas plataformas essenciais: o papel e o meio online, o analógico e o digital.”

Dávila conta que o papel ainda continua “assinando as contas e pagando os cheques” da Folha. Um ponto ressaltado foi que o perfil de seus colaboradores na redação da Folha Online é de jovens, está na média dos 25 anos, tem experiência em outros meios de comunicação com curto tempo de experiência. “Dávila indica que os jornalistas jovens tendem a pensar a notícia na forma online, usando recursos como galeria de foto, liveblogging e outros.
#GR3# Ana johansen-Etiene- Luciana- Thiago Almeida-Tiago Meira- Wilton.

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MediaOn e o jornalismo do futuro

A quarta edição do MediaOn, conta com profissionais diretamente envolvidos com a “digitalização” e “socialização” de suas redações. O seminário começará com um debate sobre inovação nas redações e novos concorrentes na briga pela audiência, além de discussões sobre o feito intenso das redes sociais na cobertura das eleições. Haverá ainda um painel que mostrará ao vivo como os consumidores vêm se apoderando das novas mídias.

Segundo o Diretor de Mídia do Terra, Antônio Prada, “a expectativa é que a comunicação seja cada vez mais móvel, ou seja, se adapte às necessidades do usuário. Celular, ipads, outros tablets já apontam esse novo caminho. Não importa onde o usuário esteja, a informação chegará adaptada a qualquer device, wi-fi e cada vez mais integrada e de fácil absorção.

A informação será cada vez mais interativa e ao sabor do usuário, que poderá elege-la, compartilhá-la e até transformá-la.”. Ele comentou também sobre o avanço da comunicação online. Segundo ele, apenas se tornar digital não garante a sobrevivência do jornalismo no futuro, sendo necessário apreender a linguagem das novas telas, sendo rápido e interativo.

A vantagem destacada por Prada é a de que o meio digital se modifica a cada dia, o que se torna um desafio para ser superado a cada dia pelos meios, sejam eles digitais ou tradicionais.
Ele ressalta também a importância das redes sociais para consolidação da relevância da opinião do consumidor. As informações, depois de lançadas, são fidelizadas ou não, contestadas se necessário, segundo o desejo do usuário. “O consumidor na rede social é um termômetro em real time de um meio de comunicação.”, ressalta.

Uma outra importante analise é a entrevista com João Batista Ciaco que fala sobre importância das redes sociais e participação online dos internautas.

#Gr3# Ana-Etiene-Tiago Meira-Thiago Almeida-Luciana

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Belo Horizonte ganha novas opções de lazer e cultura

Circuito Cultural Praça  da Liberdade reune tradição e tecnologia em um dos cartões postais mais famosos de Minas Gerais


Visando a maior acessibilidade da população à arte, cultura, ciência e entretenimento, a Secretaria de Estado da Cultura em parceria com a iniciativa privada tem implantado o Circuito Cultural da Praça da Liberdade.

O projeto trabalha com a restauração de prédios públicos no entorno da praça, transformando estes em acervos históricos, artísticos e temáticos.

Formado pelo Palácio da Liberdade o circuito compreende ainda, mais de 10 equipamentos culturais, sendo: Espaço de Conhecimento, patrocinado pela UFMG e pela TIM, o Museu de Minas e do Metal EBX, Memorial de Minas Gerais Vale, Centro de Arte Popular Cemig, Centro Cultural Banco do Brasil e o café que está sendo construído entre o Museu Mineiro e o Arquivo Público.

Oficialmente aberto à população, no último dia 22, o Museu de Minas e do Metal é um dos espaços dedicados aos metais, sua exploração, histórias e funções atuais. Foi criado pelo museólogo Marcello Dantas, o mesmo do Museu da Língua Portuguesa de São Paulo. Desde já, o espaço é uma obra viva que possui vários equipamentos tecnológicos e interativos, cujos objetos expostos podem ser manuseados pelos visitantes.

A partir da próxima segunda-feira, o funcionamento do museu acontece das 12 às 18 horas, com horários alternados, durante os jogos do Brasil na Copa do Mundo. A entrada é franca até o dia 30 de junho. A partir do dia 1º os ingressos custarão R$ 6 inteira e R$ 3, para estudantes e idosos.
O prédio ocupado pelo Museu das Minas e do Metal foi inaugurado em 12 de dezembro de 1897, junto da nova capital do Estado que ainda se chamava Cidade de Minas. O investimento para a restauração do Museu foi realizado pela mineradora MMX que investiu em torno de R$ 25 milhões. Dentre os acervos culturais, o espaço conta com imagens cenográficas, atrações interativas e projetos educacionais. Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha), o espaço teve as pinturas originais, piso e escadarias completamente reformadas em uma área de 6 mil metros quadrados divididos em 18 salas de exposições e 44 atrações com efeitos especiais. Inaugurado em 22 de março a obra gerou 600 empregos diretos.

Interatividade é a palavra usada para definir o Espaço TIM UFMG do Conhecimento que também foi aberto ao público em março desse ano. Fruto de parceria entre UFMG, TIM e Governo do Estado, o Espaço é considerado um novo centro de divulgação científica e cultural de Minas Gerais com investimento total de 13 milhões de reais. O projeto contou com uma equipe de 30 professores da UFMG e mais de 100 profissionais que tiveram como principal desafio aliar ciência e arte.

Algumas áreas como física, filosofia, antropologia, arqueologia, biologia, literatura, linguística se tornaram acessíveis à população por meio do espaço. Voltado principalmente para os jovens, o ambiente abriga três andares de exposições e é aberto à oficinas e palestras.

O horário de funcionamento é das 11h às 16h, de terça a domingo, com permanência no museu até às 17h. As escolas que se interessarem devem entrar em contato através do e-mail conhecimento.gabi@gmail.com ou pelo telefone (31)3409-8360 para agendar a visita.

Confira a localização dos espaços no mapa:
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Por Cristiane Silva, Jamile Versiani, Milene Ferreira, Paula Alves, Renata de Castro, Sheila Figueiredo (JRN7B) #culturabh13

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Circuito Cultural Praça da Liberdade: nova opção de conhecimento com tecnologia em BH

O Circuito Cultural Praça da Liberdade está transformando os prédios antigos das secretarias estaduais em áreas de conhecimento, arte e lazer com moderna infraestrutura e adaptações para um centro cultural. Com tecnologia de última geração, o circuito permitirá que a região se transforme em um dos maiores complexos integrados de cultura do estado e do Brasil.

 

Museu de Minas e do Metal  integra o circuito cultural, inaugurado em 22 de março de 2010, com 6 mil m², instalado em prédio público, estilo neoclássico com elementos art nouveau.  Após período de visitação restrita a pesquisadores e acadêmicos, com um espetáculo de luz, cores e movimentos projetados na fachada central, o museu foi aberto ao público em grande estilo no último dia 22 de junho.

 

Seu acervo é composto de exposição permanente que reúne 44 atrações virtuais e interativas que falam sobre a presença do metal nas atividades econômicas, culturais, sociais e na constituição dos seres vivos.

Elementos químicos saltam aos olhos e ficam ao alcance da mão. Uma viagem inesquecível ao centro do universo e às riquezas do solo e do subsolo de Minas Gerais mostradas em detalhes, com criatividade e surpresas ao longo de percursos livres, em 18 salas de exposição.

 

Trata-se de um espaço amplo, com diferentes ambientes virtuais que propõem aos visitantes diversas formas de interação com o local, como: sala “Matéria Prima”, que conta a história do universo desde os primórdios e a formação do planeta Terra; sala “Chão de Estrelas”, onde as pessoas podem caminhar por um vidro e ver por meio de lunetas apontadas para o chão, alguns minerais que compõem nosso subsolo; sala “Vale quanto Pesa”, em que, através de uma balança, o público pode verificar a proporção de metais que possui em seu organismo.

 

O local também utiliza a tecnologia para apresentar ao público o universo das rochas, os processos de transformação dos metais e a importância destes elementos para a vida humana e a economia mundial.  Personagens históricos e fictícios saem das páginas dos livros para receber os visitantes – de forma lúdica, tudo parece ser mais fácil de entender! – e contar as histórias dos elementos que compõem o museu.

 

Segundo a assessora de comunicação do Museu das Minas e do Metal, Ângela Drummond, o novo espaço cultural coloca Belo Horizonte no roteiro dos museus mais criativos do mundo e com alta tecnologia, já que trata-se de um museu “vivo”, interativo e lúdico. “O museu está sempre em transformação, faz com que as pessoas relembrem o passado, valorizem e conheçam a importância dos metais para a vida humana, pois a matéria prima vai acabar um dia temos que ser econômicos.”, disse. Ela lembra ainda que o Espaço Cultural Praça da Liberdade contribui para o acesso das pessoas ao conhecimento. “Aprender com tecnologia e com opções diferentes”, concluiu.

 

Outra atração do circuito cultural o Espaço Tim UFMG do Conhecimento, com um observatório astronômico, planetário e ambientes expositivos, organizados pela Universidade Federal de Minas Gerais, que proporciona aos visitantes, uma visão diferente em relação ao ensino, pesquisas e tecnologia da instituição.


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Kelly Cristina Aquino

Patrícia Neves

Tag: #Culturabh4

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Reiventando uma praça

 

Além de abrigar importantes prédios da arquitetura nacional, a Praça da Liberdade vai passar por muitas transformações. Isso porque, os prédios, que antes serviam de sede para as secretarias do governo de Minas estão se tornando, desde o final do ano passado, em espaços culturais.

Intitulado Circuito Cultural o espaço será formado pelo Palácio da Liberdade e dez equipamentos culturais: Espaço TIM UFMG do Conhecimento; Museu das Minas e do Metal; Memorial de Minas Gerais Vale; Centro de Arte Popular Cemig; Centro Cultural Banco do Brasil; Museu Mineiro e o Arquivo Público Mineiro. Esses seis novos espaços irão se somar à Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, ao Museu Mineiro, e ao Centro de Apoio Turístico Tancredo Neves.

As obras começaram quando as secretarias foram transferidas para a nova sede administrativa do governo de Minas. O primeiro prédio a ser restaurado e inaugurado foi Espaço TIM UFMG do Conhecimento, que tem por objetivo tornar mais acessível a população o acesso à algumas áreas do conhecimento como física, filosofia, arqueologia e literatura. O espaço abriga três andares de exposições e é palco de oficinas e palestras voltadas principalmente para o público jovem.

“O espaço pretende trazer para o visitante uma linguagem acessível, mais rigorosamente correta e esteticamente adequada. Além do mais, ele apresenta a possibilidade de traduzir o que há de mais avançado na ciência numa linguagem estética”, afirma diz a curadora do espaço e professora do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG, Patrícia Kauark.

No inicio da implantação os moradores da região estavam preocupados com a implantação do prédio. “Eu tinha medo de começar a tumultuar a região, até mesmo da violência e assaltos aumentarem. Mas agora com alguns museus já implantados percebi que não é bem assim”, afirma Vera Medeiros, moradora da região.

Outro Museu que já está em pleno funcionamento é o Museu das Minas e do Metal. Implantado no prédio da antiga Secretaria de Educação, o espaço abriga acervo sobre mineração e metalurgia, documentando duas das principais atividades econômicas de Minas. Ao todo, são 44 atrações, em 18 salas de exposição. O museu utiliza a tecnologia para mostrar o universo das rochas, os processos de transformação dos minérios e a importância deles para a vida humana e o desenvolvimento social, econômico e cultural. Em ambientes virtuais, os visitantes podem interagir com os espaços criados.

O museu é patrocinado e gerido pelo grupo de mineração EBX, em entrevista coletiva concedida no dia da inauguração o curador do museu Marcelo Dantas fala do projeto “contamos uma coisa por meio de outra. É como mostrar a ciência que está atrás da arte. Ou a arte atrás da astronomia”.

O público alvo do Museu das Minas e do Metal são os pesquisadores, exploradores e engenheiros. Para isso o museu aborda este universo proporcionando vivências dinâmicas, lúdicas e interativas. O objetivo dos idealizadores do projeto é complementar os currículos escolares e proporcionar visitas a história e cultura da cidade.

Ao término, o Circuito Cultural Praça da Liberdade deverá chegar a R$ 100 milhões de investimentos da iniciativa privada e R$ 20 milhões do governo de Minas.


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Alunos: Fernanda Oliveira, Frederico Müller, Geanine Nogueira, Igor Daniel, Rubem Fernandes

#culturabh1

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